quinta-feira, 27 de abril de 2017

13 reasons why | Jay Asher



13 motivos levaram Hannah a cometer suicídio. 13 pessoas foram responsáveis por isso, Clay é um deles, desencadeando todos os seus medos e receios, o garoto que era apaixonado por ela descobre seus motivos e segredos para tal atitude, porém tarde demais.

Eu sei que você já se colocou em várias situações hipotéticas, pensando que se tivesse tomado outra atitude, as coisas poderiam ter tomado outro rumo. O famoso “E se...?”. Fazemos isso inconsequentemente. É normal e algumas vezes, são coisas pequenas. Mas e quando isso interfere a vida de outra pessoa? Aparentemente não compreendemos o impacto das nossas atitudes (ou a falta delas)

A história inteira paira por esse pensamento. Quais atitudes poderiam ter sido tomadas para salvar a vida de Hannah? Mais uma vez: “E se...?”.

“Este exato momento, me sinto perdida, eu acho. Meio vazia. – Com o quê?
Faça ela contar. Continue fazendo perguntas, mas faça ela contar.” (Fita 7: Lado A)

"Os 13 Porquês", do autor Jay Asher é interessante, criativo, imprevisível e que traz um misto de sentimentos como tristeza, choque, compaixão e curiosidade saltarem das páginas durante a leitura.

A série da Netflix está servindo como um alerta e, graças a Deus, centenas de pessoas estão abrindo os olhos, centenas de pessoas estão pedindo ajuda. Vamos parar de pensar no “E se...”, vamos ser mais imediatos e agir. Criemos a empatia diariamente e seremos mais felizes uns com os outros.

Hannah é uma personagem de um livro, mas podem existir milhares de Hannah’s pelo mundo. #NaoSejaUmPorque

“Ninguém sabe ao certo o impacto que tem na vida dos outros. Muitas vezes não tem noção” (Fita 4: Lado A).

Veja a publicação também no instagram: @umamordelivro

sexta-feira, 14 de abril de 2017

SÉRIES!

Quase nunca falo sobre série por aqui, não é mesmo? Recentemente vi uma série e estou apaixonada por ela. Com esse pretexto de citar ela aqui, resolvi responder algumas perguntas sobre séries que assisto ou já assisti. Tipo uma TAG! :)



Qual série...

... estou assistindo atualmente: 

Powerless

Uma série de comédia ambientada no universo da DC Comics. Tem Vanessa Hudgens (High School Musical), Danny Pudi (Community), entre outros no elenco. Vi dois episódios na Warner (passa domingo às 22:55h ou terça às 13:51h), pretendo acompanhar a série. Ela segue o gênero sitcom e de fato, não poupa piadas sobre o Batman e o universo entre vilões e super-heróis.

"Em um mundo em que a humanidade precisa lidar com os danos colaterais de super-heróis e supervilões, Emily Locke começa seu primeiro dia de trabalho como diretora de pesquisa e desenvolvimento da Wayne Security, uma subsidiária da Wayne Enterprises que se especializa em desenvolver produtos para que os indefesos cidadãos se sintam um pouco mais seguros. Cheia de confiança e grandes ideias, Emily rapidamente aprende que suas expectativas são muito maiores do que as de seu novo chefe e colegas de trabalho. Cabe a ela liderar a equipe em direção ao seu pleno potencial e à percepção de que não é preciso superpoderes para ser um herói."




... é a favorita do momento: 

Westworld

Assisti por indicação. E me arrependo por não ter visto ela antes. Que série maravilhosa!

"Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por andróides – os anfitriões –, programados pelo diretor executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes – ou novatos – podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à "evolução do pecado". Entre os residentes do parque, está Dolores Abernathy (Evan Rachel Wood), programada para ser a típica garota da fazenda, que está prestes a descobrir que toda a sua existência não passa de bem arquitetada mentira."

... sempre vai ter um espaço no meu coração: 
f.r.i.e.n.d.s (amo sitcoms)



... que muitos gostam, menos você: 

American Horror Story

Sou medrosa. Ponto.

... com meu personagem favorito:

Cristina Yang, Derek Shepherd (Grey's Anatomy)
Madeline Martha Mackenzie (Big Little Lies) * leia o livro e você vai gostar muito mais dela!




... com melhor trilha sonora: 

Westworld.

Por Ramin Djawadi.

Big Little Lies 

A playlist da Chloe rendeu! Cada episódio foi uma música para colocar na playlist.


 ... quero começar: 
Outlander
Santa Clarita Diet (se eu tiver estômago.)

... estou ansiosa para assistir:
13 Reasons Why
Westworld (segunda temporada) VEM 2018!
Game of Thrones: apesar da série já estar chegando no final, eu tenho sim vontade de conhecer o universo. Só não sei explicar porquê não comecei ainda.

... mais antiga que eu vi: 
The O.C. (em 2003!)

... com os melhores finais de temp.: 
Grey's Anatomy

... finalizei: 
Revenge (4 temp.)
Big Little Lies (1 temp.)

... abandonei: 
The Vampire Diaries

... quero voltar a assistir:
Drop Dead Diva

... com melhor fotografia/figurino:

Westworld

A série possui dois cenários principais. A sede da Delos, com tons neutros e bem sofisticados. O parque temático no qual estão inseridos os  androides/anfitriões que simula o Velho Oeste já tem um tom amarelado e os cenários são incríveis. É captar essa diferença entre a sofisticação e modernidade da Delos contrastando com rústico do Velho Oeste que me faz escolher como melhor fotografia.




... com cenas marcantes:
GREY'S ANATOMY. SEM DÚVIDA!

... com melhor frase de efeito/bordão:
 "Bazinga!" (TBBT),
"These Violent Delights Have Violent Ends" (Westworld e sua menção ao Romeu e Julieta),
"Seriously" (Grey's),
"How you doin'" (Friends)

... eu gostaria de fazer parte: 
FRIENDS. <3


* gifs retirados do site Giphy

terça-feira, 21 de março de 2017

Novidade | Andrée Chedid pela Martin Claret

"Logo que Maxime anunciara a intenção de deixar o cargo de funcionário público para comprar  o Carrossel, sua família soltou os  cachorros em cima dele. Deixar um emprego tão seguro para se jogar numa aventura tão medíocre revelava, para eles, a mais pura loucura." (Trecho de O Menino Múltiplo).










Andrée Chedid  foi poeta, romancista, novelista e dramaturga, nasceu no Egito, em 1920, e lá publicou sua primeira coletânea de poemas: On the trails of my fancy. 

Mudou-se para Paris em 1946 e três anos depois lançou a coletânea Textes pour une figure a primeira obra em sua nova pátria e a que anuncia mais de 40 obras que publicaria. A autora teve dois de seus romances adaptados ao cinema – Le sixième jour  em 1986 com a direção de Youssef Chahine e L’autre em 1991 pelas mãos de Bernard Giraudeau – e, ao longo de sua carreira, foi contemplada com mais de vinte prêmios literários, dentre eles o Goncourt de Nouvelle em 1979, com Les Corps et le temps, e o de Poesia em 2002, pelo conjunto de sua obra. 

Membro honorário da Academia de Letras do Québec, em 2009 a autora foi condecorada como Oficial da Legião de Honra da França. Em 2011, ela nos deixou.

A Poesia, segundo ela, guia sua obra, que traz temas relacionados à riqueza do ser humano, à defesa do múltiplo, ao rosto e ao amor.

O romance O menino múltiplo será sua primeira obra traduzida em língua portuguesa no Brasil. A obra conta a história de Omar-Jo, filho de pai muçulmano egípcio e mãe católica libanesa, um menino que carrega suas origens no nome e que, durante a guerra do Líbano, em 1987, encontra um destino cruel quando um carro-bomba leva seus pais e seu braço. E o menino de doze anos é enviado pelo avô a Paris. E é lá que ocorre o encontro do Oriente com o Ocidente, do menino-duplo com as luzes, as cores, os sons e os movimentos do Carrossel de Maxime, um senhor rabugento e proprietário da atração que, pouco a pouco, reencontra com o menino, então múltiplo, a alegria de viver. Alteridade, amor e tolerância fazem parte do enredo, poético. A ser lido em voz alta. (Fragmentos do texto retirados da editora).

O livro será lançado pela editora Martin Claret e ainda não temos uma data definida, mas esperamos que seja breve, não é mesmo?

Para ficar de olho no lançamento, acompanhe as redes sociais da editora.
Instagram: @editoramartinclaret | Facebook: Editora Martin Claret

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Resenha | A ÁRVORE DA MENTIRA (Frances Hardinge)

          “A MENTIRA TEM SEUS FRUTOS. E QUASE NUNCA SÃO DOCES. Na inóspita ilha inglesa de Vane, em pleno século XIX, os Sunderlys desembarcam, atraindo atenções e suspeitas.

Quando o reverendo Erasmus, patriarca da família e proeminente estudioso de ciências naturais, é encontrado morto em circunstâncias obscuras, sua filha, a jovem e impetuosa Faith, está determinada a desvendar o mistério. Para isso, precisará de coragem não apenas para confrontar dolorosos segredos mas também para desafiar as implacáveis tradições da sociedade em que vive. Investigando os pertences do pai em busca de pistas, ela descobre uma planta estranha. Uma árvore que se alimenta de mentiras sussurradas e dá frutos que revelam verdades ocultas.

Quando a espiral das sedutoras mentiras de Faith fica fora de controle, ela compreende que as verdades estilhaçam muito mais. Combinação de horror, romance policial e realismo fantástico, esta arrepiante história da premiada escritora britânica Frances Hardinge, autora de "Canção do Cuco", promete arrebatá-lo do começo ao fim.” 
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A trama gira em torno da família Sunderly. O Reverendo Erasmus, sua esposa Myrtle, a jovem filha Faith e o caçula Howard. O leitor se depara com a família viajando junto com o tio Miles de Londres para a pequena ilha localizada em Vane. Acontece que a protagonista dessa história é extremamente curiosa, o fato de a família ter arrumado essa viagem às pressas com a desculpa de que o pai, o grande naturalista e cientista, é convidado para uma escavação na ilha, desperta a desconfiança da garota.

A narrativa é em terceira pessoa e na maior parte do tempo, sombria e tensa cheia de metáforas intrigantes. A autora conseguiu descrever brilhantemente o cenário de uma ilha pequena, florestas e cabanas escuras e personagens inteligentes. No entanto, o mais curioso de tudo é a Árvore. A misteriosa planta que o Reverendo carrega para cima e para baixo com tanto cuidado e zelo desperta a atenção do leitor. Principalmente quando Erasmus Sunderly é encontrado morto em circunstâncias estranhas e suspeitas. Apenas Faith desconfia de que possa ser um assassinato, enquanto todos acreditam ser suicídio.

Na época em que a história é retratada, no século XIX, o suicídio é um crime quase bárbaro, desumano e terrível. Assim como o fato da sociedade impor o comportamento da mulher como esposa obediente e discreta. É isso que torna Faith uma personagem tão interessante, ela sempre foi contra as regras e obrigações da sociedade, é por isso que não é levada a sério quando conta sobre suas suspeitas.

Sendo assim, após tantas evidências e injustiças, a protagonista decide investigar a morte do pai, ela só não imaginava que o desejo pela descoberta do assassino a levaria para outros assuntos peculiares do pai. O diário do Reverendo achado pela garota a leva para a Árvore e como a boa cientista que quer ser, Faith a estuda. Toma conhecimento da planta e aprende como ela funciona.

O simples sussurro de uma mentira próximo à planta até ao alastramento da mesma dentro da ilha, permite um fruto que contém um segredo. Faith usa desse artifício para descobrir o responsável pela morte do pai, mas o fruto nunca é doce...



Se o pai foi assassinado, existe algum motivo... E Faith estará perto de saber a verdade. Frances Hardinge criou um mistério em torno da Árvore incrível. O desenvolvimento da história é rápido e inteligente. É viciante! Faz tempo que não me empolgo tanto com as páginas finais de um livro. “A árvore da Mentira” é um misto de suspense, ação e fantasia com um cenário sombrio, personagens inteligentes e uma trama bem montada sem pontas soltas. Recomendadíssimo

Publicação @novoseculoeditora
Ano: 2016 | 304 páginas



domingo, 8 de maio de 2016

O GAROTO DOS OLHOS AZUIS (Raiza Varella)

O príncipe encantado existe?

Bárbara é linda, loira e bem-sucedida. Desde que assistiu a uma cerimônia de casamento pela primeira vez, ainda criança, seu sonho é apenas um: percorrer o tapete vermelho da igreja, vestida de noiva. Porém, contrariando todas as suas expectativas, ao ser abandonada no altar, a vida de Bárbara desmorona. Ela decide voltar à cidade natal e passa a viver com os irmãos e mais dois amigos. Todos homens. Com a ajuda de Vivian, uma espécie de Barbie Malibu, Bárbara tenta superar sua decepção amorosa recente e uma da adolescência, que volta com tudo à sua memória: o garoto dos olhos azuis. Será que o cavalo branco só passa uma vez? É isso que Bárbara vai descobrir com bom humor, jogo de cintura e uma pitada de neurose, em O Garoto dos Olhos Azuis, romance de estreia de Raiza Varella.


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Bárbara sempre acreditou nos contos de fadas. Ela é do tipo que em uma cerimônia de casamento, repara no olhar do noivo – ao contrário do deslumbramento com a noiva e seu vestido – e percebe ali o amor que existe entre o casal.



Além dessa lembrança de infância, Barbara também nunca se esqueceu de um certo momento na sua vida. Humilhada por uma garota da cidade, ela acabou sendo protegida por um garoto de olhos azuis. Desde então, ela nunca esqueceu o olhar ou deixou de sonhar com mais um encontro com o tal garoto.

Agora Barbara vai se casar. O grande momento da sua vida chegou! No entanto, suas amigas e seus pais não estão muitos animados com a cerimônia... Todos a perguntam: Tem certeza que você quer casar?

Mesmo estranhando o comportamento deles, ela ignora todo mundo e parte para a igreja, mas inevitável acontece... Sabe aquele olhar apaixonado do noivo que a protagonista sempre observou? Ele não está no seu próprio noivo.

Como se não bastasse, o noivo terminou tudo ali e ainda disse que está apaixonado pela melhor amiga dela.


Arrasada, Bárbara só quer fugir dali e acaba indo para a casa dos pais, de volta para o lugar do garoto dos olhos azuis, mas agora a garota só tem raiva por ter acreditando tanto nos contos de fadas. Preocupado com a irmã, Augusto a convida para morar com ele, seu outro irmão e mais dois amigos, Bernardo e Ian.

Juntos, Bárbara ainda vai se surpreender muito nessa casa e vai nos render cenas divertidíssimas.

A história foi muito bem desenvolvida.. É um pouco clichê, com toda a circunstância, não é muito difícil saber quem é o garoto dos olhos azuis, mas é divertido ver como a protagonista lida com tudo isso. Como disse antes, existem muitas cenas e diálogos divertidos, me peguei rindo (gargalhando) em várias páginas. Além do romance na história, existe um pouco de drama/ação também. E é essa ação que torna o clichê inicial com um final imprevisível. Amei, recomendo e vamos ler o segundo “O garoto que tinha asas” para saber o que acontece com a Bárbara e companhia! :))

domingo, 1 de maio de 2016

ENTRE 3 MUNDOS (Lavínia Rocha)

Há algumas décadas, o Brasil vivia intensos conflitos entre pessoas normais e pessoas com dons extraordinários. Visando a paz no país, as autoridades o dividiram em dois territórios – o do Norte e o do Sul – e assinaram um contrato proibindo a migração de uma região para a outra.

Alisa é de uma família do Norte, mas foi identificada como pertencente ao Sul e precisa esconder a verdade de ambos os mundos. Além de quebrar o contrato toda semana para visitar seus pais, Alisa enfrenta problemas comuns da adolescência: acha seu próprio nome bizarro, gosta do cara errado e é a única pessoa que não percebe o quanto seu melhor amigo é apaixonado por ela.

A vida de Lisa (como prefere ser chamada) se transforma completamente com um grande acontecimento no colégio e, agora, ela se vê diante de um desafio envolvido pela descoberta do amor e da sua verdadeira identidade.


Com muita criatividade, a Lavínia apresenta para os leitores um  mundo mágico narrado por Alisa, uma adolescente divida entre 3 mundos. Ela só não sabe como se encaixa nisso ainda.

A autora criou um cenário um tanto quanto diferente ao gerar um conflito baseado na magia e na crença de cada um. Nesse cenário conflituoso, o Brasil precisou ser dividido entre o Norte e Sul. No Norte, existem pessoas normais, alheio ao mundo mágico. Enquanto que no Sul, existem pessoas com dons extraordinários. Eles não se misturam de forma alguma.

A família de Alisa é do Norte, mas a garota acaba sendo identificada como pertencente do Sul. Lisa, como gosta de ser chamada, vai para o Sul a fim de estudar em um escola de magia para treinar suas habilidades e encontrar o seu dom. Lá ela ela conhece Daniel, o estudioso, Sol, a doidinha, Nina, a madura e Marco, o gente boa. Juntos, os cinco formam um grupo de amigos.

Eles estão entrando no ensino médio, isso significa que vão receber - finalmente - o livro do seu personagem e saber qual o dom deles. Isso implica aulas de magia também... (Depois dessa aposto que você escolheria viver no Sul!!).

Porém, toda essa parte acaba ficando no segundo plano, pois o que Lisa recebe na cerimônia só a deixa mais triste e em dúvida. Seu livro está em branco e ela não recebeu o nome de nenhum personagem. É nessa parte que Lisa e seus amigos se unem para entender onde é que a garota se encaixa.

Depois disso não posso dizer mais nada, é uma surpresa. O que posso dizer é que sim, o grupo encontra um livro para Lisa.. Mas a descoberta não vai ser tão fácil assim. Lavínia escreveu um mundo super detalhado, bem criativo e repleto de fantasia. Existe também um misto de romance na história. Vocês vão encontrar um dedinho de algo que ainda está se formando durante a narrativa. 

É possível ler a história rapidinho, embora ela seja voltada para um publico mais jovem, a escrita é cativante e muito boa. E o que dizer da capa, hein? Maravilhosa! E reflete bem a história com todo esse ar mágico e misterioso.


"Entre 3 Mundos" vai ser uma trilogia, a autora já está escrevendo o segundo e quando tiver mais informações, atualizo o post :)

Nota: 4/5