terça-feira, 29 de setembro de 2015

Resenha | Em queda livre - Ally Carter


Não amei e nem odiei esse livro. Durante toda a leitura de "Em queda livre" não consegui formar uma opinião concreta sobre ele. De certa forma foi uma leitura curiosa e diferente, mas, ao mesmo tempo confusa.

A premissa da história é bem interessante, mas acho que durante a leitura ela se perde um pouco, de modo que as coisas demoram muito para acontecer. Me senti 100% envolvida na história nas últimas quarenta páginas, no entanto, elas foram suficientes para me fazer querer a continuação logo. 


Grace não está louca. É isso que ela repete para si mesmo e para os outros durante três anos após a morte da sua mãe em um incêndio. O maior problema disso tudo é que ela afirma que sua mãe foi assassinada, porém, ninguém acredita nela, sempre dizem que "foi um acidente". Nem mesmo seu avô. Isso lhe custou uma estadia em um hospital e grandes doses de remédios e crises durante esses anos.

Agora ela está de volta para a casa da sua mãe em Adria, na embaixada do Estados Unidos, de volta para o seu avô e pessoas que nunca acreditaram nela. Além de precisar encarar os olhares de desconfiança e piedade, Grace também se vê no meio de muita diplomacia e formalidade, afinal, seu avô é o embaixador. Mas quando ela encontra o assassino da sua mãe debaixo do mesmo teto, ela não vai deixar esses acontecimentos passarem. Mais uma vez Grace será subestimada e por toda a sua confiança à prova.

Ainda não sei se posso afirmar se gostei ou não da história. A escrita da Ally Carter é boa, mas muito do que ela escreveu nas descrições sobre as ações da protagonista ou do cenário não ficou claro para mim. Acredito que isso se deve à junção da realidade e os devaneios da protagonista. Quando você ler esse livro, vai entender essas alterações bruscas.

O final me surpreendeu muito, mas tenho a sensação de estar sentindo falta de alguma coisa... O que me faz pensar que a continuação será maravilhosa, eu espero. Embora as últimas páginas sejam bem reveladoras, elas só serviram para gerar mais dúvida e principalmente, curiosidade. Muita coisa ainda precisa ser explicada e desenvolvida nos volumes seguintes.

De modo geral, minha nota é 4 por vários motivos: o cenário. Adria é um país fictício da Europa onde tem várias embaixadas juntas, achei diferente e criativo. Os personagens também foram bem construídos. Eles são divertidos e reais, porém, alguns ainda tem muito o que mostrar. E como já disse, pela escrita da autora, é divertida e simples. 

"Em queda livre" é o primeiro livro da série "Segredos Diplomáticos" - e bote segredo nisso - publicado pela Editora Guarda-Chuva. A edição está linda, por dentro e por fora. A diagramação está maravilhosa com detalhes nas páginas. Tudo lindo e eu aprecio muito isso.

Agora é só esperar a continuação.

NOTA: 4/5

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Resenha | Julieta - Anne Fortier

As irmãs Julie e Janice Jacobs moram sob a proteção da tia Rose nos Estados Unidos desde que seus pais morreram em Siena. Mas a história inicia mesmo, vinte anos depois, após a morte dessa tia, quando Julie recebe o testamento e descobre que ela herdou um passaporte e uma carta da tia, enquanto a irmã, a casa. O conteúdo da carta, porém, revela a sua verdadeira identidade. Ela é Giulietta Tolomei. E a carta ainda pede que ela vá para Siena buscar um tesouro que a mãe deixou para ela.

Já em Siena, tudo que ela recebe é uma caixa com cartas, papéis velhos, alguns esboços da mãe, um velho exemplar de Romeu e Julieta de Shakespeare e um diário de um famoso pintor italiano.

É aí que entra a segunda narrativa do livro. Por mais que Shakespeare tenha eternizado o trágico romance do casal, é o diário que revela de fato o que aconteceu com Giulietta e Romeo. A autora criou uma história no qual a verdade - dita pelo pintor - intercala com a história contemporânea e a partir dela, Julie descobre seu parentesco com a Giulietta Tolomei, aquela de 1340, a rivalidade entre as famílias Tolomei e Salimbeni, o conhecimento de uma nova família, Marescotti, pertencente ao Romeo e toda a maldição que avassala séculos e mais séculos.

Julie acredita que, com sua linhagem e seu nome, ela também pode ser uma das vítimas dessa maldição. Logo, o que ela mais quer é descobrir essa história e dar um fim para isso. Conforme ela vai descobrindo pistas e indo atrás delas, ela coloca ainda mais a sua vida em risco. Após juntar a história do Maestro e os esboços da mãe, ela percebe que não é a única atrás do tesouro. Mas muita calma nessa hora que "dessa vez, Julieta vai botar pra quebrar" palavras da protagonista.

Por mais que eu queira falar sobre a história, não posso. Até agora, não disse 1% da história do livro. A narrativa da Anne Fortier é maravilhosa e ela fez um trabalho de campo incrível, detalhando tudo e introduzindo e envolvendo o leitor em duas histórias. Tem um certo mistério e muitas revelações no livro, e é por isso que devo parar por aqui. 

"Julieta" ganhou minha atenção por diversos pontos, além da descrição do ambiente maravilhosa que a autora fez e o rumo que a história tomou. No entanto, alguns capítulos que contam a história antiga se tornaram um pouco cansativos, e só por isso não dei nota cinco.

Também adorei o jeito espirituoso e divertido da protagonista. E os personagens criados. Não citei mais nenhum nos parágrafos acima, mas o livro é cheio de personagens essenciais e indispensáveis para o andamento da história. A começar por Romeo! Oh Romeo! Acredite... Para cada Julieta no mundo, deve haver um Romeo! #Ficaadica.

Falando em Romeo, "Romeu e Julieta" embora seja trágico, é romance puro. E no livro, a aventura prevalece, mas o romance desenvolve muito bem na história. E eu como amo romance, tô suspirando até agora.
 #NOTA: 4,5/5

domingo, 20 de setembro de 2015

10 dicas para escrever uma resenha.

A primeira coisa que você deve saber e entender é que geralmente uma resenha literária que você encontra nos blogs, você vai perceber uma linguagem informal, portanto, é mais visto como uma "opinião literária" do que propriamente uma resenha, visto que ela é muito mais complexa e formal, como utilizada na faculdade. Mesmo assim, escrever uma resenha literária exige muito cuidado e atenção.

Sendo assim, resolvi trazer para vocês - blogueiros ou não - dez dicas sobre como escrever uma resenha com base em experiências próprias e/ou vistas em outros blogs.

1. De olho na gramática.
Sei que a nossa gramática tem muitas regras, mas a primeira dica que eu posso dar para vocês é não cometer esses erros, inclusive os básicos como mas/mais; a fim/afim; se não/senão. São erros básicos, mas fáceis de perceber. Além disso, também é importante ficar de olho na ortografia. No caso de "ANCIOSO" não vai adiantar colocar a culpa no teclado. Está com dúvida? O Google facilita muito nossa vida atualmente, pesquise! Ah, e tem mais... Por mais que seja uma resenha informal. Vc tb ñ deve abreviar as palavras, tá bom? Não fica bonito. Deixe só para as redes sociais com os amigos.

2. Sem spoiler, por favor!
NÃO TEM COISA MAIS CHATA QUE ISSO. Ninguém lê uma resenha com o propósito de saber o que vai acontecer no final. Sua resenha perde todo o sentido. Se você postar uma resenha de alguma continuação e seja impossível não falar um spoiler, avise no início dela.

3. Dê a sua opinião, seja sincero.
Lembre-se, resenha não é resumo. O objetivo principal da resenha é falar a sua opinião e fazer o leitor se interessar pela história. Em casos de parcerias, não queria fazer média com os outros. O autor sabe que nem sempre vai agradar a todos e confiou em você para dar a SUA OPINIÃO. E qualquer uma que seja, vai ajudá-lo para projetos futuros. 

4. Criatividade.
Tire suas próprias fotos. Seja criativo nessa hora, essa pode ser a hora de mostrar seu diferencial (além do mostrar que você é fera na resenha) poste fotos de qualidade, "limpas" e em um tamanho adequado para o post. Mas não exagere. Fotos demais pode poluir sua resenha. Não perca o foco, a capa pode ser bonita, mas não seja repetitivo. Coloque de duas a três, se o tamanho da resenha permitir. Quem acompanha minhas resenhas, sabe que sempre posto algumas fotos dos livros e eu procuro sempre postar de ângulos diferentes e mostrar o melhor do livro.

5. Dê tempo ao tempo.
Não é porque você acabou de ler o livro que você precisa postar a resenha dele. Às vezes as palavras não surgem de imediato na nossa cabeça e não conseguimos transmitir na resenha o que realmente queremos dizer, não conseguimos formar a ideia e aí é um caos. Acontece comigo e isso é super normal. Quando falta aquele clic... Sem neura, logo mais você vai conseguir escrever a resenha e vai sair como você quer.

6. Organização.
Falando em formular a ideia. É imprescindível que você seja organizado na hora da sua resenha. Tenha em mente o que você vai dizer. Se for mais fácil, organize em tópicos o que você quer falar e vá acrescentando outros pontos. Se vocês quiserem, posso planejar um post sobre como faço para escrever minhas resenhas.

7. Revise, revise e revise!!
Depois que você terminar de escrever sua resenha, REVISE SEMPRE. Principalmente se você é daqueles que escreve a resenha na madrugada. Isso evita repetições, erros ortográficos, palavras juntas ou trocadas, entre outros. Ah, vale dizer que isso é importante em qualquer situação né? 

8. Citações.
Usar uma ou duas citações ao longo é legal, mas assim como as fotos, não exagere. Ela fica legal quando se usa para dar ênfase para uma ideia sua. Caso você tenha gostado de muitas citações de um livro, separe um post especial para citações do livro tal.

9. Destaque.
Destaque informações relevantes para o leitor como autoreditora, número de páginas, sua avaliação. Além disso, destaque também termos na sua resenha ou frases que você julga importante para o entendimento da resenha. Geralmente o leitor passa o olho na resenha e vai ver os termos destacados e consequentemente pode atrair a sua atenção para o restante.

10. Plágio.
Ok, isso é assunto sério e espero que todos saibam o quanto de dor de cabeça copiar um trecho, uma foto, quanto mais uma resenha inteira pode trazer. Para algumas pessoas pode parecer fácil usar o Ctrl C + Ctrl V, mais fácil ainda é usar a palavra CRÉDITO: fulano. Simples assim.

Espero que vocês tenham gostado e tenha sido útil para vocês. Comentem o que acharam e se quiserem mais posts assim. 
Beijos,
Tamyres

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Resenha | Um amor de cinema - Victoria Van Tiem

“Uma lista, dois caras, dez filmes”.

Kenzi Shaw tem quase trinta anos, trabalha como diretora de design em uma empresa e é apaixonada por comédias românticas, do tipo que decora cada fala do filme. Ela está noiva e parece ter a vida perfeita, mas ainda vive em seus próprios dramas com relação a família. No entanto, um problema maior surge quando seu emprego pode estar em risco. Para evitar isso, ela precisa aceitar um trabalho, mas o novo cliente é seu – lindo e fofo – ex-namorado que a abandonou depois de quatro anos juntos, sem lhe dar nenhuma explicação. 

Esse encontro não acontece assim do nada. Sempre tem que ser de um jeito complicado, na verdade, a protagonista sempre tem que deixar tudo complicado. Esse é o charme do chick-lit. Quando a Kenzi entra em seu Facebook ela tem novas solicitações de amizade. Um deles é Shane (o ex!), em um momento de descuido, ela percebe que aceitou o pedido de amizade e... 

...Tudo o que um dia ela tentou esquecer, vem à tona. 

Bom... Voltando ao presente, Shane vai abrir um restaurante cujo tema é um cinema. E só vai assinar o contrato e provavelmente salvar o emprego dela se Kenzi aceitar sua proposta: reviver a cena de dez filmes... Românticos


Eis a lista de filmes! Dá pra imaginar o que dá para fazer com isso, gente?!

Saiu muitas cenas divertidas e outras que te fazem suspirar. Imagina viver cenas de filmes memoráveis feitas só para você? Além desses, outros filmes foram citados e incluídos na história de forma muito sutil. Está é uma das graças do livro, a forma como a autora misturou as cenas de filmes no contexto do livro foi muito natural. Me envolvi a ponto de ler o livro em dois dias.

Como plano de fundo, a autora também introduz um tema familiar. Kenzi sempre tentou de autoafirmar na família. Mas uma questão quase grita no livro, o que VOCÊ quer. Quando a gente para de pensar na opinião dos outros para viver a sua, conseguimos viver bem consigo mesma.

O livro é narrado em primeira pessoa pelo ponto de vista da Kenzi, deixando os leitores mais próximos ainda da personagem, torcendo por ela e um final feliz, e claro, se divertindo horrores com ela. A escrita da Victoria Van Tiem é simples e muito envolvente de modo que parece que estamos dentro do livro. Além disso, trouxe personagens muito divertidos e cativantes. Trouxe diálogos que nos fazem suspirar e sorrir.

De um modo geral, “Um Amor de Cinema” é o tipo de livro leve e fofo, para ser acompanhado com muita pipoca. Uma delícia de livro.

E ah, qualquer semelhança com o nome do livro não é mera coincidência, sabia que foi o nome desse livro que deu origem para o nome do instagram/blog? <3

sábado, 12 de setembro de 2015

Livro x Filme | Austenlândia





Conheci o filme Austenlândia por acaso e desde então, fiquei apaixonada. E o livro é super tranquilo. A narrativa é em terceira pessoa e isso não me incomodou, o tom da narrativa me pareceu que eu estava no teatro observando tudo. Os personagens são divertidos e os diálogos também. Eu já fiz a resenha do livro no blog e se você quiser conhecer um pouco a história dele, basta clicar aqui

Quanto ao filme, ele é bem fiel ao livro mas com algumas alterações ali e outras aqui, mas nada que interfira demais na história a ponto de ser um absurdo.

Jane Heyes, interpretada pela Keri Russell é uma mulher de trinta anos, com alguns relacionamentos frustantes e uma obsessão pelo Sr. Darcy, muito mesmo... Do tipo que tem até aqueles papelões do Colin Firth no quarto. Ela resolve investir suas economias em um resort chamado "Austenland" para passar as férias. Lá, ela conhece um mundo criado por Jane Austen, cheio de homens cavalheiros e bonitos, roupas elegantes e apertadas. Durante alguns dias Jane imagina que pode vivenciar aquele amor que tanto sonhou, mas, mais do isso, ela vai vivenciar diversos momentos experimentar sentimentos. Tudo na Austenland é ensaiado. As pessoas são pagas para interpretar seu papel. E isso quebra o encanto criado pela protagonista anteriormente.

O filme é uma graça. Embora tenha ficado com um quê de sessão da tarde - uma comédia romântica - vale o esforço. A química entre o elenco foi ótima. Os personagens são super divertidos e a ambientação ficou muito bem feita e tem aquele toque do século XIX mas com nossa atual modernidade no jeito da personagem. Que é o que deixa a história deliciosa. 

Super indicado.


(Eu sou solteira, porque, aparentemente, os únicos homens bons são fictícios)

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Resenha | A Mais Pura Verdade - Dan Gemeinhart

Mark se prepara para a maior aventura da sua vida. Ele leva consigo uma máquina fotográfica, um caderno e um lápis, equipamento de alpinismo, uma passagem – só de ida – e o melhor cachorro do mundo, Beau.

Ele tem só doze anos e decide partir para a maior e talvez única aventura da sua vida. Essa escolha radical tem um motivo. Mark está cansado de não poder fazer suas escolhas, de ter que se submeter ao tratamento contra o câncer. Mark está doente e não suporta essa ideia. Por isso, junto de alguns equipamentos ele foge de casa para escalar uma montanha, acompanhado somente do seu cãozinho.

Esse desejo é tão intenso que Mark deixou o conforto do lar, o carinho dos pais e a amizade de Jess para percorrer todo esse caminho. No entanto, o garoto vai se deparar com vários acontecimentos que pode fazê-lo pensar o contrário.


 “A Mais Pura Verdade” adota um tom melancólico e sentimental demais, mas foge do clichê do garoto doente lutando pela a vida. Mark não é assim, ele é corajoso e destemido. Mas o foco do livro não é esse, ao meu ponto de vista o autor quis trabalhar o conceito de amizade, companheirismo, descobertas e família. O que foi um ponto positivo para mim.

O livro é dividido entre capítulos e “meio” capítulo. Dessa forma, acompanhamos o percurso do Mark até a montanha, seus pensamentos e decisões como também a aflição da família em busca de notícias do filho.

A história passa bem rápido, isso porque a curiosidade de conhecer o final da história é grande. Saber o que vai acontecer com Mark, Beau e a família. É impossível não torcer para que tudo fique bem. Achei que a história terminou como deve terminar e o número de páginas para mim foi suficiente.

Esse é o primeiro livro do autor e eu espero que ele escreva outros, pois, sua escrita é leve e ele soube construir muito bem os personagens e principalmente finalizar a história de modo convincente.

“A Mais Pura Verdade” não foi para mim o livro da minha vida, mas sem dúvidas, abriu um espacinho para a reflexão e compaixão. E essa é a mais pura verdade.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Resenha | Fortaleza Digital - Dan Brown

Em "Fortaleza Digital", Dan Brown escreve uma trama intrigante e misteriosa sobre o universo tecnológico. Ele ambienta sua história na ultra-secreta e inteligente Agência de Segurança Nacional (NSA - sigla em inglês), ambientado no Estados Unidos e na Sevilla, Espanha. A história começa quando Susan Fletcher, a brilhante criptografa da NSA recebe um chamado de emergência de Trevor Strathmore, vice-diretor da agência. O comandante lhe informa sobre um algoritmo que estava sendo decodificado a cerca de 15 horas pelo super computador TRANLSTR, o estranho nisso tudo é que ele leva menos de cinco minutos para decodificar um algoritmo. 

O tal algoritmo denominado Fortaleza Digital foi criado por Ensei Tankado, ex-funcionário da agência. Tankado teria informado à mídia que colocou o algoritmo inquebrável e somente ele tinha a chave para quebrá-lo. Mas para sua proteção conta com a ajuda de North Dakota, que também possuía a chave, e seria o responsável a divulgar a chave na internet caso alguma coisa acontecesse com ele. Porém Tankado morre em Sevilla, e por um ato de desespero Strathmore envia David Becker – professor de línguas e namorado de Susan Fletcher – para Sevilla em busca da chave. Na NSA, Susan e Strathmore tentam descobrir a chave do algoritmo, enquanto Becker passa por grandes apuros na Espanha em busca da chave. Uma verdadeira corrida desesperada pelas ruas de Sevilla.

Acontece que vindo do Dan Brown, sempre vai ter reviravoltas e grandes descobertas vindo dos personagens. Fora o grande mistério que envolve o código do Tankado.

Gostei muito da forma como Dan Brown escreve, suas histórias são instigantes. "Fortaleza Digital" tem muito mistério, tecnologia, aventura e um final que eu fiquei aflita, junto com os personagens. O autor conseguiu me prender até a última página e eu amo quando isso acontece. Leitura recomendada. 

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Resenha | Um mais Um - Jojo Moyes



Essa sinopse é tão grande, que nem sei mais o que dizer rs. Mas posso afirmar que "Um mais um" da Jojo Moyes traz muita surpresa e diversão que a sinopse não conta. Só lendo o livro para poder entender a dimensão da história.

Vamos lá: 

Jess tem dois empregos para sustentar a família, há dois anos ela foi abandonada pelo marido e ela ficou com a responsabilidade de cuidar sozinha da filha Tanzie e do enteado Nicky e, no entanto, ela é uma mulher forte e sempre otimista com o discurso que tudo vai dar certo.

"Coisas boas acontecem. Às vezes quando menos se espera."

Por mais otimista que ela possa ser, a realidade não é essa. Nicky sofre bullying e mesmo que Jess se esforce para ajudar o garoto, ele é muito reservado e nunca fala sobre seus problemas. Por outro lado, Tanzie é uma garotinha super alegre e, além disso, fera na matemática, um prodígio. É capaz de resolver equações acima do seu nível. Seu talento é reconhecido e Tanzie ganha uma bolsa para estudar em uma das melhores escolas da região, mas, mesmo a bolsa sendo generosa ainda é muito para Jess pagar o restante e a única opção delas é Tanzie conseguir vencer uma Olimpíada de Matemática. Mas o local da prova é longe e as opções dela são mínimas.

Próximo deles, Ed Nicholls é um geek milionário que está sendo acusado de usar informações privilegiadas, ele fica afastado do emprego e de alguma forma (hilária) seu caminho cruza com o da Jess e acaba oferecendo ajuda para levar a família com seu carro para a Escócia, onde será realizada a Olimpíada iniciando uma verdadeira maratona para levar a garotinha e sua família para a Olimpíada.





Jess e Nicholls não se entendem e isso só torna a viagem ainda mais divertida para os leitores. A parte divertida e emocionante também se deve ao cachorro da família (Nossa, Norman!). Durante "dias" podemos acompanhar essa família desajustada junto de um geek cheio de problemas se entendendo aos poucos.

A Jojo arrasou mais uma vez, conseguiu juntar em um livro romance, drama e comédia com uma narrativa muito leve e descontraída. A autora trouxe personagens bem desenvolvidos, reais e mesmo não tendo uma carga emocional tão forte quanto “Como eu era antes de você”, “Um mais um” fala sobre família, união, confiança, persistência e fé e ele é adorável e emocionante.  Eu me diverti, emocionei e o livro entrou para lista dos meus favoritos. "Um mais um" me encheu de ternura por essa família e pelo enredo cativante.

Leiam!

domingo, 6 de setembro de 2015

Projeto 6 on 6 | Top 6 literário

O Projeto 6 on 6 do mês do mês de setembro reservou um Top 6 para vocês. Um top 6 literário bem recheado de coisas boas. Eu escolhi falar de autores e escolhi 6 que gosto muito. E não foi fácil escolher eles viu.

Não parece, porque não falo muito dele, mas gosto muito do Dan Brown, os primeiros livros que li dele foram "Fortaleza Digital" e "Ponto de Impacto". São livros que indico de olhos fechados, tem mistério e aventura e uma escrita maravilhosa. Acho a leitura dele super envolvente o os enredos geralmente sempre me prendem até o final.




Os livros do David Levithan sempre tem um enredo muito inovador, por isso escolhi ele dessa vez para indicar, eu nunca sei o que esperar dos seus livros. O primeiro que li foi "Invisível" e achei bem interessante, a sinopse de "Todo dia" me conquistou e mais uma vez pensei: o que será que deve acontecer? Me surpreendi com esse e gostei ainda mais do autor. Tem resenha dos dois livros aqui!

Tem autora nacional sim! A Lavínia Rocha tem um grande potencial. Ela começou a escrever bem novinha e trouxe pra nós um livro excepcional. "De olhos fechados" conta a história de uma menina cega, ela abordou o assunto muito bem e ainda conseguiu introduzir um mistério no livro só para tudo ficar melhor. O mais admirável de tudo, é que a autora fala com tanto carinho e animação do seu trabalho que já conquista por aí. Amo e tá super indicada.


Ah, a Rainbow Rowell, na resenha de "Anexos", eu disse que queria ser amiga dela. Só li dois de seus livros esse ano, (mês passado). E me apaixonei loucamente por suas histórias e cada personagem. Uma fofura só.


O Rick Riordan é um autor que eu sempre vou defender. Foi com Percy Jackson que eu praticamente retomei meu hábito literário (além do Dan Brown) é por isso que sempre guardo suas histórias com carinho. A escrita do Rick flui super bem e seus personagens sempre são tão cativantes e divertidos. Fora o trabalho de pesquisa que ele trouxe na saga PJO e HDO com a mitologia. 

Sophie Kinsella é outra que queria ser amiga. Adoro esse gênero, adoro seus livros. Adoro seus personagens, adoro sua escrita. Adoro tudo rs. Sempre dou risada com as histórias que ela cria. E muitas vezes acho que faço parte das suas histórias. Já li "Fiquei com seu número", "Samantha Sweet, Executiva do Lar" e "Menina de Vinte" e são histórias que sempre vou recomendar. Elas em deixam MUITO feliz. Os livros da foto aqui no Brasil é o "Fiquei com seu número" (I've got your number) e "O Segredo de Emma Corrigan" (Can you keep a secret?) E não. Ainda não li eles em inglês, mas é uma meta ler pelo menos um por ano ;)































E essas são minhas indicações de autores. Espero que vocês tenham gostado e identificado alguns como seus favoritos também. E olha, toda boa leitura merece estar acompanhada com uma boa xícara de café, hein?

Confiram o projeto de mês das blogueiras participantes! 

Livy (no mundo dos livros) | Lu (psicose literária) | Mari (na estrada da fantasia) | Ana e Bia (na sua estante) | Mile (books on first)

sábado, 5 de setembro de 2015

Livro x Filme | Maze Runner - Correr ou Morrer



































SINOPSE DO FILME: Thomas (Dylan O’Brien) acorda preso em um enorme labirinto com um grupo de outros garotos e sem memória do mundo exterior a não ser por estranhos sonhos sobre uma misteriosa organização conhecida como C.R.U.E.L. Apenas ao explorar os fragmentos de seu passado com pistas que ele descobre no labirinto, Thomas poderá descobrir seu verdadeiro propósito e uma maneira de escapar.
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SINOPSE DO LIVRO: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito. 
Aproveitando que o segundo filme já está quase aí (para nossa felicidade) o LIVRO X FILME dessa semana vai ser sobre Maze Runner: Correr ou Morrer. Oba!

Quando vi o filme, eu não aguentei e imediatamente comecei a ler Maze Runner: Correr ou Morrer (ansiosa? Bobagem). 

E durante quatro dias de leitura "mértila" ou "plong" quase fizeram parte do meu vocabulário (eu disse QUASE). 

Eu acho a ideia do livro maravilhosa. No livro, Thomas (Dylan O'Brien, Teen Wolf) acorda em um ambiente escuro sem saber onde está ou onde aquilo vai levá-lo. Quando se depara com um grupo de garotos de idades aproximadas, ele descobre que está em um lugar único, conhecido como Clareira. O lugar é um quadrado envolto com paredes imensas e lá fora, algo pior os aguarda, o Labirinto.

Dentro da clareira, esses garotos aprenderam a viver como uma sociedade. Cada um tem uma tarefa e regras a cumprir. Uma delas é que se você não é um Corredor você não deve de forma alguma entrar no Labirinto. Mas Thomas não aceita isso e suas ações vão interferir todo o rumo da história.

Essa é basicamente a história do filme também. No entanto, o filme ainda é bem diferente. O início na verdade é bem parecido, Thomas chegando à Clareira, não se lembrando de nada, somente o seu nome. A curiosidade pelo o que tem no Labirinto. Mas depois o livro se torna mil vezes mais elaborado, com mais aventura, mais emoção e mais conteúdo, tornando as coisas no filme tudo muito fácil, viu? Outra coisa que o filme proporcionou, foram as emoções. Acho que nunca senti tanta agonia ou alívio com um filme rs.

O livro tem toda uma trama bem montada e com algumas reviravoltas e descobertas loucas. E que final louco! Meio que te obriga a ler o segundo, valeu Dasher... Por me deixar super curiosa.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Leituras do mês | agosto.

Estou apaixonada pela escrita da Rainbow. Eu li Eleanor & Park em julho e logo em seguida fui ler Anexos. Não me decepcionei com nenhum e me diverti muito com a história das amigas Beth e Jennifer, é o tipo de livro para ler em um final de semana e se sentir feliz após a leitura - Resenha AQUI


O livro está dividindo opiniões, alguns amaram outros não acharam um livro surpreendente. O fato é que A rainha Vermelha foi um grande estouro lá fora e quando chegou aqui, muito gente ficou com expectativas altas. Eu fui uma delas, mas felizmente... Elas foram atendidas. Para mim, teve tudo o que eu gosto em um livro, além de ter um capa maravilhosa. Estou ansiosa para o segundo - Resenha AQUI

O leitura boa viu? Desde o primeiro instante apresenta personagens carismáticos e um enredo, embora bem previsível, delicioso de acompanhar. Estou devendo a resenha, mas em breve ela está aqui. Recomendo a leitura! São mais de 400 páginas que passam voando.

Li o conto de Extraordinário da R. J. Palacio. E me encantei com O Capitulo de Julian nele, podemos entender um pouquinho mais sobre a visão do Julian.
 A vida de um leitor (a) nem sempre é um mar de rosas. Quando tudo volta foi o único livro da lista que não foi tão satisfatório para mim. Não surtiu muito efeito para mim depois da leitura -
Resenha AQUI
Já fazia tempo que Todo dia tinha chamado minha atenção. Felizmente, gostei da leitura e me sinto realizada por finalmente ter lido ele. David Levithan foi um gênio nesse livro. Suas histórias sempre tem um tom original - Resenha AQUI

Esse livro é tão, mas tão lindo e tão emocionante, que não consegui encontrar palavras para escrever a resenha dele. Por enquanto, eu só recomendo a leitura dele. Recomendo mesmo. Se tornou meu favorito. Prometo que posto logo ela aqui.